Maldita sensação do eterno! Ele é efêmero, volátil, "fullgás", trapaceiro e ainda, líquido. Escorre, roe, contempla e exprime em cada entrelinha as insanidades pitorescas que o nosso corpo tomou ação, que o nosso olho viu demais e a nossa boca falou de menos, que a mente chegou a conclusão dos ouvidos secos e abandonados. As vezes chego a doce conclusão amarga de que tudo na vida tem seu início meio e fim, que o primeiro e o último as vezes se esbarram ou até se confudem, mas o importante é que eles existem. Beijo and don't call me.